
“Numa Manhã de Nevoeiro” é um fado melancólico interpretado por voz feminina, criado com inteligência artificial no CriarFado. Inspirado no verso: “Trago à boca o sal da terra”.
Trago à boca o sal da terra O pão quente da razão Sou filho de quem não se ajoelha Mas guarda a fé na mão Lembro a cinza e a ferrugem O medo preso na garganta E aquela gente em Aljubarrota Que fez da fome a sua espada
ChorusSer português é dizer tudo E depois abrir a porta Pôr a mesa Dar o vinho Mesmo com a alma torta Ser português é rir depressa Chorar calado no terreiro À espera de S. Sebastião Numa manhã de nevoeiro
Verse 2Contam velhos à lareira Que um dia ele há de voltar Num cavalo que não cansa Vindo do fundo do mar E o povo olha para o rio Quando o céu se faz cinzento Entre a blasfémia e a esperança Reza Insulta e faz um tento
ChorusSer português é dizer tudo E depois abrir a porta Pôr a mesa Dar o vinho Mesmo com a alma torta Ser português é rir depressa Chorar calado no terreiro À espera de S. Sebastião Numa manhã de nevoeiro
BridgeChamam duro Chamam bruto A quem fala sem rodeios Mas quem chega Ganha abrigo Casa Sopa e bons conselhos Somos pouco Somos cansaço Somos riso à beira do fim Mas juramos Entre abraços Que há sempre lugar aqui
ChorusSer português é dizer tudo E depois abrir a porta Pôr a mesa Dar o vinho Mesmo com a alma torta Ser português é rir depressa Chorar calado no terreiro À espera de S. Sebastião Numa manhã de nevoeiro
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