

“Sombra Que Me Canta” é um fado melancólico interpretado por voz feminina, criado com inteligência artificial no CriarFado. Inspirado no verso: “Vem tarde”.
Vem tarde Encosta à parede Traz frio nos ombros cansados Conhece o peso que escondo Nos retratos virados Senta-se à mesa comigo Bebe o silêncio do vinho Diz que me viu noutro tempo A fingir que não tinha destino
ChorusSombra que me canta Quando a voz me falta Puxa o fio à mágoa Dá corpo à palavra Sombra que me canta Que nunca se afasta Se eu calei o pranto Ela faz-se garganta
Verse 2Ri-se das cartas por abrir Dos beijos que deixo a meio Conta-me histórias de ausências Que ardem devagar no peito Passa-me a mão pelo rosto Mas deixa os olhos vazios Leva o calor dos abraços Deixa-me preso a frios
ChorusSombra que me canta Quando a voz me falta Puxa o fio à mágoa Dá corpo à palavra Sombra que me canta Que nunca se afasta Se eu calei o pranto Ela faz-se garganta
BridgeJá lhe pedi que se fosse Que me largasse a razão Mas quando a noite me cerca É ela que aperta o chão Se um dia eu ficar calado Perdido neste lugar Vai ser a tua lembrança Na boca dessa sombra a voltar
ChorusSombra que me canta Quando a voz me falta Puxa o fio à mágoa Dá corpo à palavra Sombra que me canta Que nunca se afasta Se eu calei o pranto Ela faz-se garganta
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